
O Fantástico do dia 1º de junho fez uma importante matéria sobre o comércio de terras amazônicas. O empresário sueco Johan Eliasch, é apontado como o maior comprador dessas terras. Ele já possui nada mais nada menos que 160 mil hectares da Amazônia, o equivalente à cidade de São Paulo. Na entrevista que Rosana Jatobá fez, ele disse que o objetivo dessas compras é a preservação dessas terras. Mas, será que, a Amazônia deve ser vendida assim de tal maneira??? E suponha que, a intenção desse empresário não seja a preservação? Imagine o que poderá acontecer com a nossa tão querida Amazônia. A preservação sim é um ato que todos devem ter, porém, a posse da Amazônia, principalmente de estrangeiros que é preocupante.
3 comentários:
Humm... comprar a Amazônia? boa idéia. Será que poderei construir predios lá também? nossa que ridículo essa idéia. Como se vende uma coisa na qual não se pertence a nenhum de nós? como se paga por cuidados os quais não terão nenhuma pessoa para cuidar? Não vejo isso como solução pra nada, ainda mais se tratando de estrangeiros, vejo apenas pelo lado que querem cada vez mais dominar o nosso Brasil, começando, principalmente, pela maior riqueza natural que ainda nos resta. A minha atitude numa situação dessa seria o combate contra à venda da amazônia e sei que atitudes tem que partir de nós mesmos, para que no dia de amanhã tenhamos pelo o menos a riqueza natural que ainda nos resta. Bom, pouco a falar, espero que mais pessoas comentem aqui como eu, para assim compartilharmos idéias. Abraços... Ewerton!!
Um Livro de Geografia dos Estados Unidos, da 4ª série jah se tem a amazônia como sendo deles... eles criam essas crianças com essa certeza! Eles fazem com que as crianças cresçam pensando q a amazônia são deles... e depois vão querer tomar o q é nosso!!!
É, venderam nossa maior riqueza e só agora percebemos. Infelizmente, no Brasil, o dinheiro sempre fala mais alto do que os interesses coletivos. Cabe a cada um de nós defender o q é nosso, fiscalizando o que está acontecendo ao nosso lado, como a grilagem de terras à margem do Lago Paranóa, por exemplo.
Adorei seu blog!
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